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Hibernar

Um mês já se passou. Mais uns quinze dias e saio da hibernação.

polar

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Nem Tudo Depende do Céu

Costumava olhar o céu

Pedir amor lapidado

Matéria estelar

De vida perfeita, incansável

 

Chorou chuva na rua

Fiz-me de inconsolável, prostrado

A cama, o sofá, pensamentos

De um fraco, tolo, derrotado

 

Olhar você é ter força

Ver-me mais homem, quase sábio

Vou dizer as palavras, quem sabe

Terei mais de ti ao meu lado

 

Nem tudo depende do céu

Impulso de abraço, afago

Beijo há muito sonhado

Sonho há muito beijado

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E-book poético

Pretendo oferecer a vocês um pouco da linguagem poética que fui escrevendo por esses anos.
Porque Antipoesia Poética? Por que não me considero poeta, mas alguém que escreve letras para melodias que nem sempre ficam prontas.
Até o final dessa semana vocês poderão ler a primeira de muitas que plubicarei.
Até lá.

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